Hoje estava lendo o Diario de SP de e tem uma seção em que Paulo Coelho escreve. Eu não sou muito fã de seus livros, mas acredito em algumas situações que ele coloca, como esta. Ele conta uma passagem de Santo Agostinho, antes de virar teólogo e Santo.
"Santo Agostinho foi convertido por um simples sinal. Durante anos, procurou em várias correntes filosóficas uma resposta para o sentido da vida. Certa tarde, no jardim de sua casa em Milão, refletia sobre o fracasso de toda a sua busca. Neste momento escutou uma criança na rua, cantando: 'Pega e LÊ! Pega e LÊ!'.
Apesar de sempre ter sido governado pela lógica, resolveu num impulso, abrir o primeiro livro ao seu alcance. Era a Bíblia, e ele leu um trecho de São Paulo - com as respostas que procurava. A partir daí, a lógica de Agostinho abriu espaço para que a fé também pudesse participar, e ele se transformou em um dos maiores teólogos da Igreja."
Sou simpatizante de Carl G. Jung, um psicólogo suíço de grande importância e que estou começando a estudar mais a fundo. Ele fala sobre o fenômeno da sincronicidade que outro dia vou explicar melhor. Que quando "coincidências" acontecem e muitas vezes são sinais inconscientes ou respostas para alguma situação que estamos passando naquele momento. Espero que você não despreze os "sinais" que a vida manda.
Ontem mesmo à noite comecei a reler a biografia de Jung pela segunda vez e eis que de madrugada, dentro do meu quarto, começa a voar um inseto perto da televisão e quando fui ver, era uma libélula. Não é estranho aparecer um inseto deste, tão diurno, neste frio, dentro do meu quarto? E logo de manhã, minha casa toda fechada a noite inteira, fui procurar o inseto para que ele pudesse sair e cadê ele???
Quem ler "Memórias, sonhos e reflexões" vai entender porque eu fiquei tão perplexa...
domingo, 13 de julho de 2008
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